O que os bancos estrangeiros esperam da Bolsa e do dólar após o 1º turno?
Morgan Stanley, JPMorgan e Goldman Sachs passaram a adotar uma visão mais construtiva para ações, câmbio e fluxo de capitais, embora todos ressaltem que a continuidade do movimento dependerá da trajetória fiscal do país
Este é um trecho curto de uma reportagem de InfoMoney. O texto completo continua com o veículo — siga o link para lê-lo lá.
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